sexta-feira, 7 de junho de 2013

A TÉCNICA RTK EM REDE SUPERA O LEVANTAMENTO COM ESTAÇÃO TOTAL OU RTK/UHF

A evolução dos métodos de posicionamento vêm ao encontro das necessidades de campo do profissional da topografia e geodésia, de modo a torná-lo um profissional mais versátil e eficiente. Como já dito no artigo "Como trabalhar com RTK em Rede no Brasil", no blog do Agrimensor do Futuro, a possibilidade de trabalhar no método relativo na técnica RTK em Rede, durante um levantamento ou locação, é mais produtiva e vantajosa quando comparada com outros métodos de levantamento.

A evolução dos métodos de Posicionamento no Brasil.
Conforme depoimentos de usuários e estudos de caso de alguns alunos de renomadas universidades, verifica-se que, ao utilizar técnica RTK em Rede, a produção em campo é comprovadamente maior em relação à estação total ou RTK/UHF.

A fim de verificar e entender as vantagens desta técnica, compararemos tanto o desempenho em campo como também os custos gerados para manutenção da equipe durante a execução de uma mesma tarefa.

Seguindo a linha de evolução dos métodos de posicionamento no Brasil, analisaremos, o desempenho das três técnicas de levantamento/implantação simultaneamente.

Comparação dos custos de uma equipe em campo em relação à metodologia de trabalho escolhida (Valores de Referência podem variar conforme capacitação profissional e região onde será prestado o serviço).

Custo Mensal e Produtividade/Dia de cada técnica de posicionamento ao realizar levantamentos.

Custo Mensal e Produtividade/Dia de cada técnica de posicionamento ao realizar a locação de Pontos.

Comprova-se que a vantagem financeira do sistema RTK em Rede sobre as demais técnicas.

Uma equipe de topografia, composta por um operador e mais dois auxiliares em campo, é capaz de levantar cerca de 800 pontos ou implantar até 120 pontos por dia.

Já quando utilizamos um conjunto RTK, é possível realizar o levantamento de até 2400 pontos por dia ou implantar cerca de 240 neste mesmo período.

Outra vantagem da técnica, se comparada com a técnica RTK/UHF, é a tecnologia de conexão GSM de transmissão do RTK em Rede. Com isto, não haverá obstruções para a transmissão da mensagem de correção conforme já mencionado no artigo “O que é o método Relativo na Técnica RTK/GSM?” do blog Agrimensor do Futuro.

Por conta disto, aplicações práticas em campo para o RTK em Rede são as mais variadas. Ambientes urbanos e rurais. Obras de terraplanagem, drenagem, esgoto.
Obras fundações de edifícios, estacas, blocos. Locação de platôs e taludes.
Projetos de diversos de demarcações e descrições de coordenadas de vértices de propriedades...

Portanto, fica evidente que há muitos benefícios no uso de um equipamento capaz de utilizar a tecnologia de correção denominada RTK em Rede, resultando numa produção de campo maior e em um custo operacional menor , bem como no contorno de problemas existentes às tecnologias precedentes.
 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Artigo explica sobre o novo sistema de gestão fundiária do Incra



Mudanças na Certificação de Imóveis Rurais
Georreferenciamento Artigo explica sobre o novo sistema de gestão fundiária do IncraPela Norma de Execução 105, de 26 de novembro de 2012, a Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regulamentou o procedimento de certificação dos imóveis rurais, determinando que a análise ficará restrita ao atendimento do parágrafo 5º do artigo 176 da Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/73), ou seja, de que a poligonal objeto de análise não se sobrepõe a nenhuma outra constante do cadastro georreferenciado do Incra e que o memorial descritivo atende às exigências técnicas.
Para cumprir essa Norma, o Incra noticiou, em 31 de janeiro deste ano, a implantação do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), que alterou a forma do processamento das certificações. Antes, o profissional necessitava protocolar pessoalmente vários documentos analógicos e digitais em uma das superintendências do Incra. A partir de agora, o protocolo resume-se apenas no envio, pela internet, da planilha de dados cartográficos em formato ODS. O envio somente poderá ser feito por profissional credenciado pelo Incra, com a utilização de sua assinatura eletrônica (dispositivo e-CPF).
Escrito Por Alexandre Scussel | 12h04, 04 de Abril de 2013

Este artigo é parte da MundoGEO 71, edição mais recente da revista que já está disponível publicamente no Portal MundoGEO. Acesse e veja o artigo sobre o Sigef na íntegra.
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Fonte: Revista MundoGeo

sábado, 20 de abril de 2013

VIII CONGRESSO NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DO CONFEA


VEJAS AS PROPOSTAS QUE ESTAMOS APRESENTANDO
VEJA O CALENDÁRIO dos encontros regionais e 8º Congresso Estadual
Nos dia 14 e 15/09/13 será realizado o 8º CNP do Sistema CONFEA/CREA - Gramado - RS
Participe dos Congressos Regionais e Estadual que são peparativos para o Nacional e apresente suas propostas.
Os temas em debate: EXERCÍCIO PROFISSIONAL - ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA - FORMAÇÃO PROFISSIONAL - INSERÇÃO INTERNACIONAL - INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL E SOCIAL
- Reunião regional - 09/03/13 - Faculdade de Engenharia Civil da UNITAU - R. Expedicionário Ernesto Pereira, 99 - Taubaté - SP
- Reunião regional - 06/04/13 - Auditório da UNIP - Av. Pres. Juscelino Kubitscheck de Oliveira, s/n - São José do Rio Preto - SP
- Reunião regional - 20/04/13 - Teatro da UNIP (Bloco C) - Rua João Gomes Frossard, S/N - Ribeirão Preto - SP

Fonte: Sintesp_ Sindicatos dos tecnólogos de São Paulo

Câmara aprova regulamentação da profissão de tecnólogo



engenharia11 Câmara aprova regulamentação da profissão de tecnólogoA Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou recentemente proposta que regulamenta o exercício da profissão de tecnólogo, que será privativa dos diplomados em cursos superiores de tecnologia reconhecidos oficialmente. A medida está prevista no Projeto de Lei 2245/07, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
A relatora, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), defendeu a aprovação da proposta. O texto já havia sido aprovado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Educação. Como ele tramita de forma conclusiva, será enviado ao Senado, a menos que haja recurso para análise pelo plenário da Câmara.
Qualificação
O deputado Reginaldo Lopes acredita que a proposta deverá estimular a qualificação dos profissionais no País. “O Brasil vive um apagão de mão de obra. A maior parte dos países desenvolvidos tem até 60% de seus estudantes em cursos técnicos profissionalizantes. Com a regulamentação, damos cidadania a milhões de brasileiros que investiram tempo em cursos de tecnologia e não tiveram suas profissões reconhecidas”, argumentou.
Pela proposta, entre as atividades dos tecnólogos estão:
• Análise dados técnicos, desenvolver estudos, orientar e analisar projetos;
• Aupervisão e fiscalização dos serviços técnicos dentro das suas áreas de competência contempladas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia do MEC;
• Consultoria, assessoria, auditoria e perícias;
• Ensino, pesquisa, análise, experimentação e ensaio;
• Condução de equipes de instalação, montagem, operação, reparo e manutenção de equipamentos.
De acordo com o PL 2245/07, os tecnólogos deverão solicitar o registro nas ordens ou nos conselhos de fiscalização profissional de acordo com a sua área de atuação.
Técnólogos em geo
O setor de geoinformação do Brasil possui várias opções de formação para tecnolólogos e técnicos. Alguns exemplos são: Geoprocessamento, Agrimensura, Gestão Ambiental, Mineração, Arqueologia, Geodésia, Geomensura, etcc. Os cursos são normalmente oferecidos por instituições especializadas em formação técnica e tecnológica, bem como algumas universidades.
Estas informações foram coletadas na série de matérias de cursos de geo do Brasil, da revista MundoGEO. Para conhecer os cursos da área de geoinformação ofertados pelas instituições em todo território nacional, além de depoimentos e situação do mercado de trabalho, veja as matérias disponíveis em formato digital nas revistas MundoGEO:
Fontes: Com informações do Jornal da Ciência e Revista MundoGeo

terça-feira, 9 de abril de 2013

Mudanças na Certificação de Imóveis Rurais


A partir do final deste mês de fevereiro, o procedimento de certificação de imóveis rurais vai mudar. A certificação passará a ser realizada de forma automatizada, por meio do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef). As informações são do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que divulgou um informativo sobre o novo sistema.
Sigef é uma ferramenta eletrônica criada para enviar, recepcionar, validar, organizar e disponibilizar dados georreferenciados de imóveis rurais. O novo sistema é capaz de analisar sobreposição com o cadastro georreferenciado do Incra e gerar planta e memorial descritivo de forma automática, atendendo o que determina o § 5º do art. 176 da Lei 6.015/73, incluído pela Lei 11.952/09.
Segundo o informativo do Incra, os dados levantados deverão  ser submetidos ao Sigef por meio da planilha eletrônica (formato “.ods”), para certificação. A fim de garantir a segurança e a integridade das informações contidas no sistema, os dados deverão ser enviados por profissional credenciado, que acessará o Sigef por interface Web e será autenticado por meio de certificado digital (token). Todo profissional deverá necessariamente adquirir sua certificação digital para que possa acessar o sistema. 
Esses dispositivos estão devidamente homologados pelo Instituto de Tecnologia da Informação, autarquia federal vinculada à Casa Civil da Presidência da República.
Após o envio dos dados, caso não seja detectada sobreposição ou qualquer outra falha técnica, o credenciado poderá solicitar a certificação. Neste momento, serão gerados os documentos (planta e memorial descritivo) assinados digitalmente, podendo ser impressos e levados ao registro de imóveis. 
O Sigef também está preparado para acesso dos cartórios de registro de imóveis, que poderão acessar o sistema e informar os dados de domínio.
Atualização de dados
O informativo foi enviado pelo Incra aos técnicos credenciados, alertando sobre as mudanças e destaca a necessidade de manterem seus dados atualizados junto à autarquia. Isto deverá ser feito por meio do portal do Instituto na internet, no banner Certificação de Imóveis Rurais, localizado na parte inferior da página.
O Incra disponibilizou um contato para dirimir dúvidas a respeito do novo procedimento de certificação: duvidas.sigef@incra.gov.br. Para mais informações, veja o informativo do Incra na íntegra.
Com informações do Incra e fonte de publicação da MundoGeo.

terça-feira, 26 de março de 2013

WEB - Georreferenciamento de propriedades via PGA


WEB - Georreferenciamento de propriedades via PGA

Representantes da Confederação da agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Instituto de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) vão buscar mecanismos que permitam ao produtor rural fazer o georreferenciamento de suas propriedades a partir da inserção de dados na Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA). Atualmente a PGA, desenvolvida em parceria pela CNA com o MAPA, reúne informações sobre o rebanho bovino. A ampliação do sistema permitirá a inclusão dos dados do georreferenciamento das propriedades rurais.

O georreferenciamento é exigido nos processos de transferência, doação, desmembramento e remembramento dos imóveis rurais. O assunto foi debatido pela presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, com o ministro Pepe Vargas, do MDA, e o presidente do Incra, Carlos Mario Guedes de Guedes.

Na reunião, a senadora também pediu a parceria do MDA para um projeto que será desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) para a qualificação dos produtores de leite de todo o País. O projeto prevê, ainda, a ampliação das ações de extensão rural como forma de aumentar a competitividade do setor leiteiro, garantindo o crescimento da produção.

A senadora Kátia Abreu também apresentou ao ministro e ao presidente do Incra o resultado de um estudo feito pela CNA que deu origem ao Índice de Vulnerabilidade em Transporte (IVT). O índice é calculado a partir de uma série de indicadores, entre eles o acesso rodoviário, o nível de chuvas e o Valor Bruto da produção (VBP). De acordo com a presidente da CNA, o índice poderá auxiliar o Governo federal no processo de adoção e direcionamento das políticas públicas.

Incra simplifica regras para certificação de imóveis rurais



Atendendo a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) simplificou as regras para certificação de imóveis rurais. Com a publicação da Norma de Execução 105, o processo de georreferenciamento de propriedades rurais passa a ser feito por meio da simples conferência do código do imóvel e da análise da poligonal e memorial descritivo da propriedade.

O Incra alterou a regra, simplificando todo o processo de georreferenciamento, que passa a ser analisado somente pelo o memorial descritivo (impresso e assinado) e o arquivo digital que deve conter o polígono do imóvel rural (perímetro limpo). “A partir de fevereiro este processo será feito todo online, o que deve agilizar processos que estão parados.

Alguns pontos, como falta de autenticação de documentos e falta de assinatura, que muitas vezes atrasam o processo, com a nova norma não serão mais cobrados”.

A sobreposição de áreas já cadastradas no banco de dados do Incra, os produtores precisam corrigir a pendência para conseguir a certificação.
Orientar os produtores que procurem o Incra, verifiquem seus processos e regularizem sua situação. Além disso, conforme a nova norma, proprietários e credenciados serão responsáveis por todas as informações prestadas, inclusive por inconsistências que vierem a ser detectadas na poligonal certificada. Isso significa também que aumentará a responsabilidade dos técnicos na hora de passar as informações ao Incra. “Portanto, escolher um profissional capacitado para realizar este trabalho é muito importante”.

Fonte: 24 Horas News.